Toxina Botulínica

Botox



 
 




 





 

 Um estudo britânico questiona os efeitos do Botox (toxina botulínica) para o tratamento da enxaqueca crônica. 

 

 

 No Reino Unido, nos Estados Unidos e em outros países como o Brasil, o uso da substância, muito comum em tratamentos estéticos, é liberado para aliviar essas dores de cabeça, com a aplicação de injeções em pontos da cabeça e do pescoço.


 

 Mas o estudo, publicado no Drug and Therapeutics Bulletin, afirma que os testes clínicos com o tratamento concluíram que o Botox apresenta " uma evidência limitada de benefícios" contra as dores de cabeça.


 

 
Entre 1% e 10% dos voluntários que receberam as injeções de Botox descreveram efeitos colaterais dolorosos ou desconfortáveis, incluindo espasmos musculares, coceiras e urticária. De acordo com a pesquisa, o composto provoca piora dos sintomas de dor de cabeça para até 10% dos usuários. O estudo indica ainda que é impossível determinar se o uso do Botox traz outros riscos.


 

 
Mas pesquisas feitas no Brasil apontam para o contrário. Pesquisadores brasileiros dizem que injeções da toxina botulínica do tipo A aplicadas a cada quatro meses nas regiões da testa (frontal), têmporas (temporal), atrás da cabeça (parietal) e no pescoço (occipital) conseguiram diminuir as dores até extinguí-las em poucos dias.


 

 Isso porque o Botox contém a toxina do botulismo que, ao ser injetada em pequenas doses, paralisa o músculo e evita sua contração, eliminando os focos de dor. Seu uso para fins médicos e estéticos foi aprovado nos Estados Unidos.


 

 Desde 1954, no diagnóstico, tratamento e estudos de sintomas, com centenas de pacientes atendidos, aos quais se encontram livres, de seus sintomas.



 

 Com base em uma resolução publicada no DOU (Diário Oficial da União) em 2011, o Conselho Federal de Odontologia proibiu o uso de botox e do ácido hialurônico por dentistas, para fins estéticos. Mas a categoria poderá continuar a usar as substâncias em procedimentos odontológicos cuja administração é padrão, de acordo com Rubens Corte Real, presidente da Comissão de Ensino do CFO.



 

 Cirurgiões dentistas só podem usar a toxina botulínica em procedimentos estritamente odontológicos, mas em nenhum que seja para fazer melhoras estéticas. No entanto, com a popularização do uso em procedimentos estéticos, aumentou a proporção de cursos para dentistas voltados para esse fim, de acordo com Rubens.



 

 O uso da toxina botulínica só pode ser feito por cirurgiões dentistas em procedimentos odontológicos. Ele dá como exemplo casos de dor de cabeça decorrentes de problemas odontológicos e de disfunção da ATM (articulação temporo-mandibular), que é a articulação da mandíbula com o crânio, como aplicações que podem ser feitas por dentistas.



 

 Já o ácido hialurônico, usado geralmente para preenchimento labial, não é prática ligada a nenhum procedimento odontológico, segundo Real. Portanto, o paciente não deve aceitar o uso da substância feito por um dentista, explica.



 

 Na resolução, o artigo 1º afirma que se vai “proibir o uso do ácido hialurônico em procedimentos odontológicos até que se tenha melhores comprovações científicas e reconhecimento da sua utilização na área odontológica".



 

 E no 2º, deixa claro que vai “Proibir o uso da toxina botulínica para fins exclusivamente estéticos e permitir para uso terapêutico em procedimentos odontológicos”.



 

 A toxina botulínica possui vários nomes comerciais os mais conhecidos são: Dysport®, Xeomin® e Botox®, o mais famoso deles. Contudo o seu uso não se limita somente ao uso estético, essas substâncias dentre inúmeros outros usos pode ser usada para resolver ou atenuar problemas bucais. Apesar de ter uma conservação complicada a sua manipulação e uso são muito fáceis e seguros. Cada vez mais os dentista estão buscando no Botox a solução para os problemas do seu pacientes.

Fonte:r7.com

O Tratamento do Sorriso Gengival com Botox



 

 A toxina botulínica possui vários nomes comerciais os mais conhecidos são: Dysport®, Xeomin® e Botox® o mais famoso deles das pessoas que querem driblar a flacidez e rugas que são sinais da idade. Contudo o seu uso não se limita somente ao uso estético, essas substâncias dentre inúmeros outros usos pode ser usada para resolver ou atenuar problemas bucais. Apesar de ter uma conservação complicada a sua manipulação e uso são muito fáceis e seguros. Cada vez mais os dentista estão buscando no Botox a solução para os problemas do seu pacientes.



 

 Para os pacientes que sempre buscam melhorar o sorriso, o Botox pode ajudar ainda mais. Pessoas que mostram demasiadamente a gengiva - sorriso gengival - têm outra opção hoje ao invés da cirurgia. Paralisando o músculo responsável pelo levantamento do lábio superior de ambos os lados, vamos ter uma menor exposição da gengiva. O bloqueio químico não deixa sensação de anestesia ou face paralisada.


 

 A estética do sorriso é fundamentalmente influenciada por 3 fatores: dentes, gengiva e lábios. Um sorriso atraente depende de uma adequada proporção desses. Ao sorrir, o lábio superior deve mostrar até 3 mm de gengiva, e a linha gengival deve seguir o contorno do lábio. A exposição de mais de 3 mm de gengiva caracteriza o chamado sorriso gengival.



 



A maioria dos ortodontistas prefere que a elevação do lábio superior em um sorriso forçado pare ao nível da margem gengival. Já em sorrisos naturais, uma faixa de gengiva é aceitável, pois representaria a expressão humana mais autêntica.



 

 Para muitos pacientes, o sorriso gengival representa uma desordem estética muito grande. Muitos tratamentos já foram propostos, como gengivoplastias, ortodontia e cirurgias ortognáticas. Por serem procedimentos que demandam consideráveis riscos, alto custo e tempo, tornaram-se menos recomendados ultimamente. Contrariamente, o uso do Botox representa um simples, rápido e efetivo método para a correção do sorriso gengival.









Aparentemente a incidência dessa desordem é muito grande, e, em muitos casos é visto pelo paciente como uma anormalidade estética extremamente constrangedora e prejudicial à auto-estima.



 

 A prevalência nas mulheres é cerca de duas vezes maior em relação aos homens.

Sua etiologia pode estar correlacionada a fatores musculares, esqueléticos, gengivodentais ou uma combinação entre eles. Um sorriso gengival pode ser causado por um lábio superior curto, coroa dos dentes curta, excesso maxilar vertical, hipertrofia gengival ou hiperatividade dos músculos elevadores do lábio superior. O correto tratamento depende da correta identificação do fator causal, e uma intervenção cirúrgica nunca pode ser descartada.



 

 Em 2004, propuseram que o sorriso gengival fosse classificado de acordo com sua etiologia. Uma linha de sorriso alta pode ser categorizada nos seguintes tipos: dentogengival, no qual há uma alteração na erupção dentária resultando numa coroa clínica menor; muscular, causada pela hiperatividade dos músculos periorais; dentoalveolar, resultante de um excessivo crescimento vertical da maxila e, finalmente, uma combinação de causas.



 

 Os fatores utilizados para a identificação da etiologia são: a distância do ponto subnasal até o limite incisal da coroa dos incisivos; parâmetros oclusais como overbite, overjet e inclinação do plano oclusal; ou parâmetros dento-gengivo-labial como comprimento da coroa clinica dentária, comprimento do lábio superior e o espaço interlabial em repouso e sorrindo.



 

 Em 2010, ainda sugeriram uma classificação de acordo com o tipo de sorriso gengival. Anterior, quando há mais de 3mm de gengiva entre os caninos, com envolvimento do elevador do lábio superior e da asa nasal; posterior, quando há mais de 3mm de #gengiva exposta posteriormente ao canino, tendo uma exposição normal (<3mm) entre os caninos – envolvendo a ação dos músculos zigomáticos; misto, no qual tanto entre caninos quanto posteriormente à eles existem mais de 3 mm de gengiva exposta, envolvendo dois ou mais dos músculos anteriormente citados; ou assimétrico, onde de um lado há maior exposição que de outro, causado pela assimétrica contração desses músculos.

Botox para o Bruxismo



 

 Para o briquismo ou bruxismo, a toxina botulínica vem ajudando os pacientes que sofrem por apertar ou ranger os dentes durante o dia ou a noite. A toxina é injetada nos dois lados no músculo masséter, principal musculo da mastigação e diminuir a sua potência e o estímulo para o bruxismo. Vem apresentando resultados surpreendentes mesmo porque é um tratamento bastante novo. Outro uso é no tratamento das dores orofaciais e problemas e disfunções da articulação têmporo mandibular - ATM.

A toxina botulínica pode também ser usada nos seguintes casos:


1) Diminuir a potência mastigatória em casos de implantes, enquanto se está esperando o tempo de osteointegração;
2) Corrigir sorrisos assimétricos ou tortos;
3) Dores orofaciais de origem muscular;
4) Problemas com bruxismo e ATM;
5) Assimetria de face.

 

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